sábado, 31 de dezembro de 2022

O ano não termina quando acaba.

2023 – O Ano não termina quando acaba.

Depende.



Quando nos referimos ao ano social do nosso calendário Gregoriano, o ano termina em 31 de dezembro.

Nossa vida é regida por ciclos ou períodos, ou fases determinadas. A ciência reconhece muitos desses ciclos, como por exemplo o ciclo da puberdade, da infância, da menstruação ou da gravidez. Os quatro estágio da vida (de novo 4), etc.

No processo evolutivo do Universo tudo percorre etapas planejadas. As maiores ditadas pelo próprio Criador (senão todas elas).

A pessoa ao nascer, na primeira inspiração dá início ao seu ciclo de vida, que terá outros menores de 7 em 7 anos e terminará na sua última expiração. Ocorre que essa pessoa está inserida numa família, que também tem seus períodos determinados desde sua formação. O mesmo vale para um país e para a Terra. O próprio planeta se insere no ritmo do sistema solar, esse da Galáxia e assim por diante.

Os ciclos interagem entre si. Os Universais são como a Constituição, as Leis Gerais a que se submetem as demais. Sempre que um ciclo inferior contraria as determinações de um superior, algo se desajusta no equilíbrio das coisas. Esse desequilíbrio gera uma reação que buscará repor o trem nos trilhos, compensar, e a isso se chama Karma, ou Lei de Causa e Efeito.

No assunto astrológico temos uma divisão dos signos do Zodíaco em 4 Triplicidades e 3 Quadruplicidades. Pois, é essa fórmula de 3+4=7 de que somos feitos. A cada vez que fazemos aniversário abre uma nova temporada de 4 períodos de 3 meses à semelhança da conhecida divisão das Idades: Idade de Ouro, Idade de Prata, de Bronze e de Ferro.

O ano da natureza, que leva em conta as 4 estações e a posição da Terra em relação ao Sol, termina sempre no último dia do signo de Peixes e tem início no primeiro dia do signo de Áries (aquele que entra de cabeça, que começa). O início do ano se dá no dia 21 de março (às vezes no dia 20) que é também o ponto cardeal vernal, quando o Sol cruza a linha do Equador da Terra. Nesse dia ocorre o Equinócio, cuja origem latina significa noites iguais ou o dia igual à noite. Como se vê o ano começa em equilíbrio (ao menos no Ciclo Natural). Não é à toa que as antigas civilizações cultuavam os Equinócios e Solstícios em seus templos e monumentos e claro, há muito mais por detrás que o simples culto aos alinhamentos celestes.

Nós estamos inseridos em todos esses ciclos, mas temos uma condição muito especial, diferentemente dos outros reinos da natureza, que nos são inferiores, que é pensar e usufruir do livre-arbítrio. Por isso alteramos nossos ciclos consideravelmente para pior ou melhor, muitas vezes nem percebendo para onde flui a torrente evolutiva.

Cada um de nós, por todos esses Ciclos que se sobrepõem é diferente do outro, fora o Karma individual que cada um trás do passado. Cada um de nós, precisa voltar a perceber e harmonizar-se com as Leis da Natureza e as Leis Universais. Assim o caminhar ficará mais feliz e produtivo.

Feliz 2023!                                                                                                                                                                                                                                                                                     

sexta-feira, 23 de dezembro de 2022

Dia 25 de Dezembro

Dia 25 de Dezembro comemora-se o nascimento de Jesus, o Cristo. Como sabemos até a data de hoje nem comprovação científica da sua existência temos, mas para uma grande parte da humanidade na qual me incluo, sua vida foi real e muito sofrida.



Um grande erro se comete quando as grandes religiões disputam Deus, como só o da sua própria, fosse o verdadeiro e único. As religiões nem foram criadas pelas suas Divindades, mas sim pelos humanos seguidores que a estruturaram (certo ou errado) ao redor Deles.

Jesus, Maomé, Krishna, QuetzalCoatl, Fo-Hi, Manco-Capac, Osiris, Mu-ká, Gautama (o Buda), entre tantos outros, mais ou menos conhecidos, que vieram a nós e nos transmitiram um pouco de seu conhecimento.

Nenhum deles pregou a desunião ou o egoísmo ou a idolatria. Nós fizemos isso.

Sem dúvida o Natal do Cristo que comemoramos no dia 25 de Dezembro, que foi uma data adotada pela igreja baseada nas antigas festas pagãs de comemoração das colheitas, é uma data muito marcante. Pois, Cristo só nos deu Amor e em troca recebeu muita Dor.

Hoje transformamos essa festa. Tem Papai Noel, muita comida e bebida, presentes, árvore com bolinhas, etc... Será que não nos esquecemos do principal?

A própria árvore de Natal tem sua origem nas histórias dos antigos Celtas, onde seu líder espiritual e também mago ou médico, que preparava seus remédios, a partir de ervas, e lutava por achar a cura de uma doença que flagelava seu povo. Segundo a lenda, ele adormeceu na sombra de um carvalho, quando teve o sonho com um Ser Iluminado, que lhe falou para colher o musgo que nascia nos galhos e ramos dessa árvore e com ele preparar um chá curador. E isso teria salvo e recuperado a saúde do povo, que a partir daí acolheu o símbolo da árvore com musgos em suas celebrações da colheita.

Como vemos muitas das tradições de hoje têm origem muito distantes. Outras mais modernas surgem e distorcem (em muito) o sentido original das comemorações.

Então não importa se você segue essa ou aquela religião, aproveite o Espírito Natalino (cada vez mais esquecido) de Amor e Paz, que deveria ser cultivado nessa data e estenda-o a todos os povos e crenças, à toda humanidade. O mesmo deveria se dar nos dias chamados santos ou sagrados de todas as religiões.

Há uma história que tem origem em antigos textos hindus (na verdade não se sabe exatamente de onde e quando surgiu), que na forma de uma parábola, servirá a nossa analogia: Um dia um homem resolveu apresentar um elefante a quatro cegos. O elefante estava imóvel enquanto os quatro podiam tocá-lo uma única vez. O primeiro disse que se tratava de uma cobra (pois tocou na tromba), o segundo que era um imenso rochedo (corpo), o terceiro tocou na orelha e disse ser uma espécie de folha, já o quarto tocando sua cauda disse ser um pincel.

Então, pergunta esse homem, como era um elefante e todos os quatro discutiram entre si defendendo seus pontos de vista a ponto do homem interromper a briga que se formava. Então, esse homem falou: Parem de discutir, cada um de vocês teve uma visão diferente do elefante, que de certa forma fazia algum sentido, porém, nenhum de vocês viu realmente o que é um elefante. Perceberam somente aquilo que seus sentidos permitiam.

Se ao invés de dividir, somassem suas percepções, talvez chegassem mais perto da realidade.

Saúde e Paz!

domingo, 11 de dezembro de 2022

Humanidade.

Nossa civilização não teve origem nos povos pré-históricos como pensa a ciência, mas em antigas civilizações que precederam em muitas centenas de milhares de anos, em verdade em milhões de anos, a nossa atual.




Existem um sem-número de fatos e descobertas tratadas como mistérios pela Ciência (ou ao menos, parte dela), que nos indicam a presença de civilizações num passado longínquo, que detinham um grande conhecimento. No entanto, como não nos livramos da teoria que descendemos dos símios, toda outra alternativa é sempre ridicularizada e descartada.

Conhecemos mais as façanhas do antigo Egito, com suas obras que trazem em si inexplicáveis características, perfeições ou funções. Mas, no mundo todo temos essas descobertas, no mínimo, intrigantes. A cidade de Angkor Wat no Camboja, as construções estranhas do povo Chachapoya no Peru, ou dos Incas em Machu Picchu.

A Índia ou antigamente chamada de Ariavartha, foi o primeiro reagrupamento (da seleção das pessoas), feitas nos estertores da enigmática civilização Atlante. Civilização que nos precedeu, teve seu apogeu e terminou devido à consequência de seus próprios erros. E apesar do aviso dado pelo seu Sumo sacerdote, nos momentos finais, provocados por um imenso cataclisma; de que se repetissem os mesmos erros a mesma sorte lhes caberia no futuro. Eis então que estamos (no mundo) repetindo a história, por não tê-la compreendido.

A humanidade deveria se comportar como uma fraternidade, pois somos irmãos em nossa origem. A questão é que nos deixamos dividir pela ganância, ignorância e egoísmo. As religiões cuja origem latina da palavra religião é religar (o homem ao divino, assim como a palavra yoga), acabou por separá-los ainda mais.

Cada vez estamos mais apegados ao que é material e assim vamos relegando o espiritual. Estamos, desta forma, nos afastando da meta evolutiva.

Claro está, que apesar de as religiões estarem presentes na humanidade há muito tempo, não conseguiram traduzir para nós o sentido da vida. Não basta correr atrás de metas pessoais ligadas à vida material e social durante nossos anos de existência. É preciso entender, que uma vida é apenas uma etapa de um longo caminho de morte e reencarnação, para que a Alma Humana (que somos nós) evolua. O corpo físico não evolui. Se assim fosse não ficaríamos velhos e propensos a tantos males. Ele é apenas receptáculo para uma Alma que o transcende. Que ao renascer se esquece do que já foi ou fez, mas que traz em si todas as consequências (conquistas e fracassos) de seu passado, seja ele bom ou ruim.

Em todas as épocas de nossa civilização, em diferentes povos, países, a Consciência Divina se manifesta numa pessoa, que na maior parte das vezes não é bem compreendida. Às vezes, idolatram a pessoa, algumas vezes até a perseguem e matam. Mas será que entendem o que Ela ensinou? As criações das religiões (sempre feita pelos homens) mostram o contrário.

Uma se julga detentora da verdade em relação a outra, mas a Verdade é única, embora possa vir revestida de véus que a esconde, como na representação da Deusa Isis egípcia ou da Deusa Maya. Fala-se em revelações, onde revelar é tornar a velar ou a encobrir algo duas vezes e que tomou o sentido atual de tornar claro. O que não é. E tem bom motivos para isso.

As revelações das grandes religiões são simbólicas. Escondem a verdade com determinadas chaves, que só com esforço próprio do indivíduo podem ser entendidas corretamente. É assim por exemplo, com mitologia grega ou com a nórdica. Com o Velho Testamento, com o  Zendavestá ou com os Puranas.

Como descrito no mito da caverna de Platão, ficamos a acreditar somente nas sombras, de tal forma, que nem mais procuramos entender quem as projeta ou como são projetadas.

Fica a esperança de que as pessoas possam se integrar mais com a ajuda da tecnologia e ao invés de excluirmos quem não pensa como nós, deveríamos tentar entender.

Special thanks to  our friends out of Brasil and maybe reading our portuguese articles with automatic translators. I hope these translators tools can keep our ideas correctly.

Who knows, some day in the future, all people speak only one language and have only one true religion. For now, can be only a dream (like expressed in Imagine song of John Lennon). But is more than a dream. It’s a Divine Direction for all souls that keep the purpose to transform Energy Life in Consciousness Life as taught by a Great Master.

AUM!

Muita Paz e Sabedoria a todos.


Bem-Aventurança

Bem-Aventurança
Divina Comédia - Gustave Doré