Aqueles que buscam respostas dos temas que a ciência ainda não consegue nos dar, vão normalmente tentar, batendo às portas de templos e igrejas das diferentes religiões. Se quem busca for um livre-pensador, que procura a Verdade acima de tudo, ele vai se defrontar com as muralhas impenetráveis dos dogmas religiosos. Dogma pressupõe fé. Fé em um dogma significa adormecer a mente ou aprisioná-la numa cela onde questionar é proibido.
As respostas a um dogma normalmente são: “porque sim”; “é um assunto divino” ou “não nos cabe duvidar”. Assim o livre-pensador fica frustrado e procura outra alternativa, o esoterismo ou genericamente falando, a teosofia.
Ao encontrar esse imenso cabedal de conhecimentos, normalmente o estudante ou neófito, tanto faz o nome, impressiona-se com uma nova visão das coisas e que começam a explicar determinados assuntos, os quais, nem a religião e nem a ciência conseguem ilustrar.
Seguem-se momentos de muita leitura, é um busca aqui e acolá por textos e palavras que atendam a mente ávida por conhecer. A razão nesse momento da busca torna-se voraz pela descoberta da Verdade, pelas Causas das Coisas e pelas Leis que regem seus Efeitos.
Passa-se o tempo, e a continuar assim, a cultura teosófica aumenta. As referências bibliográficas se tornam imensas, frases são decoradas, autores são descritos com fluência. É nesse momento que pode surgir o falso diletante teosófico – aquele que adora a teosofia, quase como um passatempo, porém, pouco dela usufrui em sua vida.
Estudantes de teosofia (genericamente usando essa terminologia, ainda que o termo derive das Obras de HPB, muito mais veio depois dela, aliás, como a mesma previra!), sabem que as fontes do conhecimento provêm de Revelações dadas por Seres de Altíssimo Grau de Consciência, denominados de Avataras e Manus, por essa mesma tradição. A própria Helena Blavatsky afirma em sua Obra, a Doutrina Secreta, subscrevendo Montaigne: “Senhores, eu fiz apenas o ramalhete de flores escolhidas: nele nada existe de meu, a não ser o laço que as prende”.
O termo Revelação deve ser entendido como algo que foi velado duas vezes, ou seja, ocultou-se a Verdade sob um véu e depois sobre outro. Desvelar é retirar o véu e revelar nesse sentido oculto é, usando uma terminologia atual o equivalente a criptografar as informações, de forma a possibilitar a somente quem conheça as chaves do algoritmo (como uma senha), entender o conteúdo verdadeiro. A senha na realidade é o Grau de Consciência do discípulo, que fornece a interpretação correta.
Emprestando de um Grande Mestre a explicação: “Nesse campo (da interpretação das Revelações Divinas), achar é muito perigoso, pois, há uma única chance de acertar ( o correto entendimento), em comparação a uma condição infinita de errar.”
Lembramos um grande axioma esotérico: “a Revelação (falamos das Genuínas, melhor ainda, se fossem Jenuínas) se auto-protege. Liberta o sábio e escraviza o néscio”.
O que isso significa?
Se se tornar um falso diletante teosófico, passa o discípulo, a achar que tudo sabe; prefere falar sobre o assunto a agir por ele, antepondo o decorar ao meditar. Prende-se à letra que mata, mas não ao espírito que a vivifica. Fica escravo das palavras criando seu próprio dogma, que ele prega não tolerar. É como aquele que defende que devemos amar ao próximo e discute violentamente com outro, que não concorde com ele.
“Saber, Fazer para Ser”, é uma curta e sábia frase nos deixada por um Grande Mestre. Como ele mesmo dizia: “Quem Sabe e não Faz, não É!
Basta abrir a Internet ou ir a qualquer livraria para se defrontar com uma enxurrada de livros e textos sobre o tema, alguns são tão desvirtuados, que deveriam estar em outras seções, que não esoterismo e religiões, como são normalmente classificados. Fiquem atentos com os mais vendidos! Na Kali-Yuga os valores estão invertidos. Todo teósofo sabe disso! Mas dizia Krishna à Arjuna: “Quem adora aos Bhutas vai aos Bhutas e quem adora a Mim vem a Mim”.
Aquele que medita sobre a Verdade Revelada e que a coloca em atividade em sua vida, saberá separar o joio do Trigo como dizia Jesus, o Cristo. Aos outros, falsos diletantes, caberão discussões infindáveis e conclusões enganosas, cujas verdadeiras respostas nunca habitarão seus pensamentos, por ficarem trancadas em seus corações, à espera da conduta correta, justa e perfeita, como diria o antigo rito maçônico.
As respostas a um dogma normalmente são: “porque sim”; “é um assunto divino” ou “não nos cabe duvidar”. Assim o livre-pensador fica frustrado e procura outra alternativa, o esoterismo ou genericamente falando, a teosofia.
Ao encontrar esse imenso cabedal de conhecimentos, normalmente o estudante ou neófito, tanto faz o nome, impressiona-se com uma nova visão das coisas e que começam a explicar determinados assuntos, os quais, nem a religião e nem a ciência conseguem ilustrar.
Seguem-se momentos de muita leitura, é um busca aqui e acolá por textos e palavras que atendam a mente ávida por conhecer. A razão nesse momento da busca torna-se voraz pela descoberta da Verdade, pelas Causas das Coisas e pelas Leis que regem seus Efeitos.
Passa-se o tempo, e a continuar assim, a cultura teosófica aumenta. As referências bibliográficas se tornam imensas, frases são decoradas, autores são descritos com fluência. É nesse momento que pode surgir o falso diletante teosófico – aquele que adora a teosofia, quase como um passatempo, porém, pouco dela usufrui em sua vida.
Estudantes de teosofia (genericamente usando essa terminologia, ainda que o termo derive das Obras de HPB, muito mais veio depois dela, aliás, como a mesma previra!), sabem que as fontes do conhecimento provêm de Revelações dadas por Seres de Altíssimo Grau de Consciência, denominados de Avataras e Manus, por essa mesma tradição. A própria Helena Blavatsky afirma em sua Obra, a Doutrina Secreta, subscrevendo Montaigne: “Senhores, eu fiz apenas o ramalhete de flores escolhidas: nele nada existe de meu, a não ser o laço que as prende”.
O termo Revelação deve ser entendido como algo que foi velado duas vezes, ou seja, ocultou-se a Verdade sob um véu e depois sobre outro. Desvelar é retirar o véu e revelar nesse sentido oculto é, usando uma terminologia atual o equivalente a criptografar as informações, de forma a possibilitar a somente quem conheça as chaves do algoritmo (como uma senha), entender o conteúdo verdadeiro. A senha na realidade é o Grau de Consciência do discípulo, que fornece a interpretação correta.
Emprestando de um Grande Mestre a explicação: “Nesse campo (da interpretação das Revelações Divinas), achar é muito perigoso, pois, há uma única chance de acertar ( o correto entendimento), em comparação a uma condição infinita de errar.”
Lembramos um grande axioma esotérico: “a Revelação (falamos das Genuínas, melhor ainda, se fossem Jenuínas) se auto-protege. Liberta o sábio e escraviza o néscio”.
O que isso significa?
Se se tornar um falso diletante teosófico, passa o discípulo, a achar que tudo sabe; prefere falar sobre o assunto a agir por ele, antepondo o decorar ao meditar. Prende-se à letra que mata, mas não ao espírito que a vivifica. Fica escravo das palavras criando seu próprio dogma, que ele prega não tolerar. É como aquele que defende que devemos amar ao próximo e discute violentamente com outro, que não concorde com ele.
“Saber, Fazer para Ser”, é uma curta e sábia frase nos deixada por um Grande Mestre. Como ele mesmo dizia: “Quem Sabe e não Faz, não É!
Basta abrir a Internet ou ir a qualquer livraria para se defrontar com uma enxurrada de livros e textos sobre o tema, alguns são tão desvirtuados, que deveriam estar em outras seções, que não esoterismo e religiões, como são normalmente classificados. Fiquem atentos com os mais vendidos! Na Kali-Yuga os valores estão invertidos. Todo teósofo sabe disso! Mas dizia Krishna à Arjuna: “Quem adora aos Bhutas vai aos Bhutas e quem adora a Mim vem a Mim”.
Aquele que medita sobre a Verdade Revelada e que a coloca em atividade em sua vida, saberá separar o joio do Trigo como dizia Jesus, o Cristo. Aos outros, falsos diletantes, caberão discussões infindáveis e conclusões enganosas, cujas verdadeiras respostas nunca habitarão seus pensamentos, por ficarem trancadas em seus corações, à espera da conduta correta, justa e perfeita, como diria o antigo rito maçônico.