Tudo o que eu escrevo aqui é
fruto do que aprendi durante a minha caminhada de, digamos, cerca de quase 40 anos na busca de tentar entender as famosas
três perguntas: Quem sou eu? De onde eu vim? Para onde eu vou?
Ainda mais pretensiosamente buscar
a resposta ao enigma da Esfinge do Nilo:
“Decifra-me ou Eu te devoro”. Uma jornada ainda muito longe de terminar.
Assim o que tento passar aqui a
quem interessar possa, é o fruto da experiência, meditação e claro do
ensinamento de Grandes Mestres, que transmitem sua sabedoria através dos
tempos, ou de boca a ouvido, ou comumente pela escrita e até mesmo ao pé da
cadeira.
Por isso peço a você que me
honra com sua leitura, que não acredite de pronto em nada do que estiver
escrito aqui, se isso não fizer parte de suas convicções ou valores. Duvide de
tudo, critique tudo, analise tudo.
O conhecimento Iniciático das Idades, ou Gupta
Vidya, não tem um dono, um homem ou religião. Ele foi e é a fonte de onde se
originam (acho melhor originaram, porque hoje em dia...) as religiões, com suas interpretações, ritos, etc. Ele também não pode
ser atribuído somente a Jesus, a Krishna, a Gautama, o Buda; a Maomé, a Quetzal
Coatl, enfim, a uma longa série de Seres Iluminados, que a seu modo, vieram dar à humanidade novos
rumos, novos ensinamentos, novas
diretrizes. Nenhuma sociedade humana é proprietária desse conhecimento, assim
como nenhuma é dona do Sol. Embora que de tempos em tempos uma ou outra possa
ser sua guardiã ou sua principal fomentadora através da história. Mas como
mostra o Calendário Maya tudo se faz em Ciclos.
Voltando a você meu amigo
leitor, ao ler , raciocine, medite,
pense. O Homem é aquele que possui “Manas” => mente => Manah => man. Por
isso vamos usá-la. A crença do teósofo
deve brotar da Consciência e não do dogma. Coloque em prova, em cheque os
ensinamentos esotéricos daqui ou os de qualquer outra fonte. Veja se fazem
sentido, se não ferem seus Valores. Se possível tente aplicá-los para testar se
funcionam antes de descartá-los ou de dá-los como verdade. Antes de pendurar um
quadro de Jesus, o Cristo na sua parede, tente por em prática: “Amar a Deus
sobre todas as Coisas e ao próximo como a si mesmo”. Veja se funciona. Veja que resultado irá lhe
trazer.
Daí sim pendure um quadro Dele
na sua parede, já que você pratica o que ele recomendava.
Mas, se você o faz, se vive
conforme seus preceitos, para que seu quadro na parede, se Ele já vive em você?
Sorte, ou melhor, mérito daquele que vive
um Feliz Natal todos os dias.
Que você tenha um feliz Natal
diário, seja de Jesus, Buda, Abraão, ou qualquer outro nome que Ele tenha.