sexta-feira, 11 de fevereiro de 2022

AS ORIGENS DO CONHECIMENTO

 




Uma explicação sobre as origens da Gupta-Vidya ou Sabedoria Oculta das Idades ou Ciência Esotérica ou Conhecimento Sagrado etc.

Não é possível para nós lembrarmos de sua origem primeva, pois, nem nós humanos estávamos dentro do Jogo Evolutivo ainda.

Portanto, desde o início da Criação (Big Bang segundo a Ciência, mas não a Gupta-Vidya), o Infinito se revela finito e a história de Tudo e de Todos começa a ser contada.

Já com o homem em cena, que nunca foi originado dos antropoides, o conhecimento foi levado a sua atenção de maneiras distintas em antiquíssimas civilizações, em comparação de como é hoje.

A experiência dos Seres empenhados em nossa criação e desenvolvimento lhes mostrou na prática, que a humanidade não tinha (e ainda não tem!) condições de aprender certas coisas que lhe despertaria potencialidades, que malconduzidas por um caráter frágil e fustigado por paixões terrenas; as quais de há muito já deveriam ter sido modificadas, criaria uma onda de destruição e sofrimento que inabilitaria sua possibilidade de crescimento espiritual.

Se isso não lhe parece crível, basta ver o que fazemos com nosso conhecimento científico. As invenções nem sempre tem má finalidade, mas sempre se acha como utilizá-las para privilegiar o egoísmo e o poder sobre ou outro. Enquanto o egoísmo estiver no domínio, fica difícil pensarmos num paraíso terrestre.

Por isso esse conhecimento é Oculto, Secreto ou Revelado (já dissemos, velado duas vezes). Ele somente é entendido quando a pessoa tem um Coração e Mente minimamente purificados para poder compreendê-lo de verdade. A chave que descriptografa esses ensinamentos foi guardada, como se diz a Sete Chaves (leia-se o Homem Sétuplo). E apesar de procurarem fora, ela está dentro de nós. Nunca a encontraremos fora se não a acharmos primeiro dentro.

Os Grandes Mestres da humanidade, em todos os tempos, trouxeram esse Conhecimentos e os deram aos homens nas dosagens adequadas a cada povo e época para que iniciassem o caminhar da libertação das correntes, que tal como a Prometeu, nos aprisionam no Cáucaso carnal.

O Hércules libertador não vem de fora, nós temos que nos tornar ele, para assim quebrar as amarras que nos prendem a um ciclo compulsório de renascimento e morte. Não somente isso, mas uma infinidade de sofrimentos que ocorrem entre eles, devido a nossa inconsciência ou ignorância do sentido da vida, das razões que nos trazem aqui. Basta ver que como Hércules que venceu os doze trabalhos, temos que nos redimir nos 12 Signos do Zodíaco.

As religiões acabaram por administrar esses conhecimentos originais e criar dogmas, muitas vezes tão distantes das intenções desses grandes Salvadores, como Krishna, Jesus o Cristo ou Gautama o Buda, por exemplo. 

Para entender a Gupta-Vidya, o discípulo dessa senda, precisa ter mente aberta e destituída de preconceitos. Ser um livre-pensador tanto quanto possível e a cada vez mais. E claro, principalmente, ter uma conduta ética e moral condigna ao que se propõe. Claro está, que a sociedade atual não pode ser paradigma. Quem busca isso, se for realmente honesto, encontrará um bom professor, que no início vai sussurrar em sua alma, para depois se tornar Um consigo.

 

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022

O HOMEM SÉTUPLO

O conteúdo desse artigo, assim como em outros que aqui foram apresentados, nem sempre têm explicação na ciência, porque o método científico não possui meios de comprovar fatos que excedam seus limites. A matemática e a física têm permitido alguns parcos vislumbres, nada muito além disso.

A você que está lendo e não é familiarizado com esse tipo de conhecimento, não peço que acredite. Duvide o tanto que precisar. Mas por outro lado, não seja cético a ponto de descartar antecipadamente, aquilo que parece ser irreal num primeiro momento. Questione, reflita, pesquise e medite, depois disso tire suas conclusões.

O Homem tem uma complexidade estrutural, da qual pouco ou quase nada conhece a ciência. O que ela sabe é somente sobre o corpo físico, o qual ainda nem conhece integralmente.

A psicologia estuda algo além. Psique significa Alma, então em tese seria o estudo da Alma, que não tem comprovação científica da sua existência. No entanto, muitos estudos tentam desvendar origens de muitas das consequências físicas no organismo, cujas algumas causas sugerem estar além dele.

O ser humano tem uma constituição sétupla. Sete veículos se interpõem, se interconectam. Assim é alguém que esteja vivo fisicamente.

A analogia mais simples é da matrioska russa. Uma série de 7 bonecas que se encaixam uma dentro da outra, sendo que quando todas estão encaixadas, nos parece uma única.

Cada um dos veículos do homem existe numa dimensão específica (não se trata da moderna teoria dos multiversos, embora guarde certa relação). Estas dimensões se manifestam interpostas. Nossos sentidos físicos foram desenhados para perceber a última, porém, com certo desenvolvimento ou acidente, é possível sentir ou ter consciência ainda que bem parcial desses outros planos e sub-planos.

Em cada um desses temos parte de nós ou um corpo condizente interligado. Ressalto que usar nessa explicação o termo “corpo” é errado. Nos 4 primeiros seria mais aceitável. Nos três últimos totalmente destoante da realidade. Mas, para não ficar algo muito difícil de expressar, vamos simplificar com esse termo impróprio.

Dependendo do Grau de Evolução Espiritual do indivíduo, uma maior ou menor percepção e consciência desses planos mais elevados pode ser adquirida. De um nível mais sublime, se vê o abaixo com mais clareza. De um nível abaixo, pode-se nem notar os superiores.
Ao morrer um processo “automático” vai desligando de baixo para cima, um a um, até o momento do retorno.

Cada um desses planos e respectivos veículos do homem seguem leis naturais diferentes. Por isso que os sonhos são muito mal compreendidos quando acordamos e queremos entendê-los. Sonhar é ter a consciência fora do físico. Ver e viver coisas que parecem não fazer sentido. Quando o cérebro desperta e o silogismo entra em ação, ele tem dificuldade em juntar os “cacos”.

Assim é preciso que o ser humano evolua para ir tomando consciência de quem é. Somente desta forma poderá almejar entender o universo que o cerca, não o Universo como um todo, que não tem como um homem alcançar, mas tem como encaminhar as respostas: Quem sou eu, de onde eu vim e para onde eu vou”.  Isso sim é possível. Mais do que isso, um destino. Para quem tiver forças para buscá-lo
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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2022

AS RAZÕES DAS COINCIDÊNCIAS


Via de regra a ciência taxa de coincidência fatos ou coisas semelhantes, que não consiga explicar, quando aparecem em lugares, povos ou épocas improváveis.

Por que as Grandes Pirâmides do Egito coincidem com o posicionamento das 3 estrelas do Cinturão de Orion (aqui chamadas de as Três Marias) ou Alnitak, Alnilam e Mintaka. Por que o mesmo acontece em Teotihuacan no México?

As do Egito muito mais antigas do que supõe a arqueologia, como a própria Esfinge, que até mostra marcas de erosão por chuva.

Por que as gravuras nas pedras de Chichén-Itzá mostram um povo muito alto de tipo caucasiano muito diferente do nativo mexicano? Por que?

Na mesma linha, nas ruinas do povo Chachapoya (povo das nuvens), que habitava o alto dos Andes, perto dos 3.000m de altitude, em locais de difícil acesso, vivia um povo de tez clara e muito diferente dos nativos Incas.

Pedro Cienza de Leon (conquistador espanhol) escreveu  o livro “Os Incas”, onde se refere a esse povo Chachapoya: “Eles são os mais brancos e bonitos de todas as pessoas que eu vi nas Índias, e suas esposas eram tão bonitas que por causa de sua gentileza, muitas delas mereciam ser esposas dos incas e  também serem levadas ao Templo do Sol (...) As mulheres e seus maridos sempre vestidos com roupas de lã e em suas cabeças usam seus llawthu , que são um sinal que usam para serem conhecidos em todos os lugares”.

Alguns dizem que são provenientes dos Celtas, que navegaram o Amazonas e foram se estabelecer nas grandes altitudes dos Andes tendo o Brasil todo disponível. Suposições a tentar explicar coincidências (como as edificações semelhantes e circulares dos Chachapoyas e dos Celtas).

Nossas explicações são sempre limitadas ao nosso conhecimento e nossas percepções comuns. Afinal como disse Protágoras: “O homem é a medida de todas as coisas”. Para medir unicamente nossa experiência pode ser verdade, mas quando desejamos entender as coisas, que vão além do homem, isso claramente não serve. A criatura nunca entenderá completamente o criador.

Como disse Helena Blavatsky: “O pássaro conhece o ovo e suas histórias, mas o ovo nada sabe a respeito dos pássaros”.

Por isso esse conhecimento sem pátria, chamado Gupta-Vidya, não tem dono, não é desse ou daquele povo. É uma coletânea de conhecimentos transmitidos de boca a ouvido (Mestre-discípulo) ou escrito, por uma inumerável sucessão de seres, digamos, super-humanos (se é que assim podemos dizer), para evitar que se fale em extraterrestres. Estes sempre seres horríveis, terríveis, predadores, com cabeças enormes etc. Não como o belo homem, nem mais bonito, afinal, como disse Protágoras...

A Ciência assim se chama, pois, segue o método científico de Descartes e por isso só aceita aquilo que pode provar ou comprovar. Em tratando-se das questões esotéricas, ocultas ou mesmo desse imenso desconhecido que nos cerca, sobram as suposições, hipóteses e muita imaginação.

Um dia, com o desenvolvimento de potencialidades dormentes no homem atual, a humanidade vislumbrará novas formas de conhecer as razões das coincidências. Para isso ela terá que vencer o mal no homem, até porque este não existe fora dele, por mais que as religiões tentem impor.

Bem-Aventurança

Bem-Aventurança
Divina Comédia - Gustave Doré