domingo, 7 de agosto de 2022

Falando sobre Morte e Reencarnação

 



A morte é um dos maiores mistérios da vida, isso sem dizer, que as razões da própria vida são mistérios talvez tão grandes quanto.

Para quem busca o Conhecimento Transcendente ou Iniciático como aquele que era ensinado com uma certa tônica, adequada aos tempos, na Escola de Crotona, de Pitágoras, ou em remotos templos Tibetanos, ou em certas pirâmides egípcias. Ou, às vezes, bem mais próximo de nós. 

Para quem o busca, são 3 os pilares do entendimento, que são cruciais (sim, como a Cruz da Terra e seu padrão quaternário), são eles: Evolução, Karma (ou Lei de Causa e Efeito) e Reencarnação.

Sem essas três premissas básicas não há como estruturar esse Conhecimento oculto.

Por que reencarnação? Porque ela é uma ferramenta crucial (repetição proposital). Porque não houvesse reencarnação teríamos duas outras possibilidades. Ou após a morte tudo seria dissolvido e acabaria, ou iríamos para a eternidade, num determinado plano da natureza, chamemo-lo de Céu, inferno, Nirvana, Valhala, etc...

Não existe prova científica que reencarnamos, mas incontáveis provas circunstanciais, em todos os tempos, famílias, etc.

Gostaria de levá-lo, meu caro amigo leitor, a uma reflexão racional sobre algo, um tanto imponderável: Sem discutir religiões ou crenças, quase todas elas acreditam numa Divindade Suprema (Deus) com diferentes nomes que regem a Tudo e a Todos.

Partindo do pressuposto (no meu caso e de muitos, convicção) da Sua existência, para que Ele seja Onipotente, Onisciente e Onipresente demanda uma característica intrínseca que chama-se Equilíbrio ou Justiça (claro, não falo da humana!). O Universo se sustenta por forças que se equilibram. Não fosse assim o sistema Solar se desmantelaria e o próprio Universo!

Voltando à Justiça Divina, vamos encarar a hipótese da vida eterna após a morte que seria determinada pela vida que o sujeito levou.

O tempo de vida de um homem na Terra é um “nada” se comparado aos tempos do Universo ou mesmo da Terra. Digamos, 100 anos. Então se esse homem se comportou bem ou mal em diversos momentos de sua vida, ele ao morrer sofreria uma espécie de julgamento que o condenaria pela eternidade a um recôndito lugar. Ou seja, por 100 anos de ações, uma eternidade de consequências. Parece Justo?

Por outro prisma, se uma pessoa teve a “sorte” de nascer numa família equilibrada e feliz, tornou-se assim pelo exemplo de seus familiares, amigos e educadores, um ser humano correto. Já outro, por “azar” caiu numa família de criminosos. que o levaram a uma vida desastrosa. Após a morte ambos seriam julgados pela eternidade. Seria Justo?

Em verdade, não existe essa sorte ou azar. O nascimento é regulado pelo segundo pilar, Karma ou Equilíbrio (Justiça). Assim é tudo uma questão de merecimento pelo o que se fez antes. Mérito e demérito e porque a pessoa precisa de determinadas condições para realizar seu destino, com seu livre-arbítrio e se fazer melhor. Não existe evolução sem o livre-arbítrio, pois, todos sempre sairiam pela mesma porta, se só houvesse uma saída da sala.

Lembrando o insigne e ilustre Dr. Mario Roso de Luna, que disse em uma de suas obras (em mais uma delas, na verdade): “Los Astros inclinan, pero no obligan”. Referindo-se a tão deturpada astrologia de jornal de nossos dias. A Astrologia é um dos caminhos para interpretar o conhecimento, mas pouco tem a ver com o que se faz atualmente. A frase se refere a que ao nascer, cada pessoa tem sua Carta Natal com os planetas (astros) em determinadas posições que inclinam, ou propõem, ou facilitam, ou dificultam, a canalização da energia do individuo nas diferentes facetas de sua personalidade. Eles não obrigam! E para cada pessoa segue uma tônica diferente (daí porque duas pessoas nascidas no mesmo local e no mesmo momento tem vidas tão diferentes). O raio de Luz é o mesmo, mas o prisma que o decompõe é pessoal.

A cada vida temos um mapa diferente que é gerado no presente ou o foi no passado, ou seja, plantamos hoje o que iremos colher amanhã. Seja nessa vida ou na próxima.

Não é a personalidade que reencarna, nem o espírito (perdoem-me os espíritas). Mas a Alma humana com suas características positivas ou negativas trazidas de suas experiências vividas no passado. O Espírito do Homem é sua Divindade Interna, a qual regula a sua Evolução. Ele não reencarna, Ele é meta (causa e finalidade)!

Vendo dessa forma, a morte não é finitude (o é para o corpo físico e para veículos intimamente ligados a ele). Você como Alma vivente irá continuar ou permanecer e seguir o Ciclo evolutivo.

Por tudo isso lembramos do que disse o sábio Leonardo da Vinci: “O conhecimento torna a alma jovem e diminui a amargura da velhice. Colhe, pois, a sabedoria. Armazena suavidade para o amanhã”.

Carpe Diem.

quinta-feira, 4 de agosto de 2022

Antigas civilizações, gigantescos conhecimentos.

 



A Civilização Maia viveu na península de Yucatán no México. Sua Cidade Principal Chichén-Itzá foi abandonada totalmente por volta do ano 600 de nossa era. Misteriosamente, ninguém sabe para onde foram ou o que teria acontecido, com um povo que mostrou deter um enorme conhecimento, entre eles, o astronômico.



Dentre esses conhecimentos, do muito pouco que restou desse povo, alguns estão guardados em códices nos museus como o Códex de Dresden ou Códex Troanos (Madrid), etc.

Neles e na arqueologia deixada em cidades e templos, nota-se o especial apreço dos Maias pelo planeta Vênus.

Existe no código de Dresden (guardado num museu em Dresden – Alemanha) vários escritos a esse respeito. Na página 24, existe o cálculo do período sinódico do planeta. Período sinódico se diz de quando um planeta retorna à sua mesma posição relativa ao Sol e a Terra no céu.

A astronomia atual sabe que o período sinódico em questão é de 584 dias. Mas não exatamente. Os Maias também sabiam. Eles usavam a numeração na base vigesimal (20) e em sua forma chegavam ao numero de 583,92 com um erro de um dia em cerda de 6 mil anos.

No Códex Troanos existem referencias à lendária civilização Atlante em seu último reduto antes da completa destruição.

Assim como esse, há muitos outros exemplos de um conhecimento superior em povos da antiguidade, que sugerem que havia algo que nos desconhecemos hoje. Na falta de prova científica, cogitamos, presumimos ou criamos teorias que tentem explicar.

Será que seres de outro planeta que ainda não detectamos vieram à Terra, nos ensinaram e foram embora?

Será que a humanidade, no passado longínquo, já alcançou níveis elevados de conhecimento e por sua má conduta, levou antigas civilizações ao quase completo extermínio?

Bem, se encaramos os fatos que conhecemos, da história e principalmente da atualidade; não há como eliminar essa hipótese. Atribui-se a Einstein a frase de que ele não saberia como seria a 3ª Guerra Mundial, mas que a Quarta seria com paus e pedras.

Como se diz, o homem que não aprende com a história está condenado a repetí-la.

Esperamos que não. A Auto-Conscientização é o único caminho, pois a Vida serve para isso. Todo o resto é acessório. Buscar a Divindade dentro e não fora, não nas coisas materiais. Pois, se a divindade nelas habitasse também seria finita. Religião é religar, yoga é união. Religar o quê, aonde? Unir quem a Quê? Eros e Psiquê, linda história simbólica da mitologia, que é hoje tão deformada, por ter sido interpretada e contada por aqueles que, por não saberem o que buscam, não entendem o que encontram.


Bem-Aventurança

Bem-Aventurança
Divina Comédia - Gustave Doré