Uma explicação sobre as origens da Gupta-Vidya ou Sabedoria Oculta das Idades ou Ciência Esotérica ou Conhecimento Sagrado etc.
Não é possível para nós lembrarmos de sua origem primeva,
pois, nem nós humanos estávamos dentro do Jogo Evolutivo ainda.
Portanto, desde o início da Criação (Big Bang segundo a
Ciência, mas não a Gupta-Vidya), o Infinito se revela finito e a história de
Tudo e de Todos começa a ser contada.
Já com o homem em cena, que nunca foi originado dos antropoides,
o conhecimento foi levado a sua atenção de maneiras distintas em antiquíssimas civilizações,
em comparação de como é hoje.
A experiência dos Seres empenhados em nossa criação e
desenvolvimento lhes mostrou na prática, que a humanidade não tinha (e ainda
não tem!) condições de aprender certas coisas que lhe despertaria
potencialidades, que malconduzidas por um caráter frágil e fustigado por paixões
terrenas; as quais de há muito já deveriam ter sido modificadas, criaria uma
onda de destruição e sofrimento que inabilitaria sua possibilidade de crescimento
espiritual.
Se isso não lhe parece crível, basta ver o que fazemos com
nosso conhecimento científico. As invenções nem sempre tem má finalidade, mas
sempre se acha como utilizá-las para privilegiar o egoísmo e o poder sobre ou
outro. Enquanto o egoísmo estiver no domínio, fica difícil pensarmos num
paraíso terrestre.
Por isso esse conhecimento é Oculto, Secreto ou Revelado (já
dissemos, velado duas vezes). Ele somente é entendido quando a pessoa tem um
Coração e Mente minimamente purificados para poder compreendê-lo de verdade. A
chave que descriptografa esses ensinamentos foi guardada, como se diz a Sete
Chaves (leia-se o Homem Sétuplo). E apesar de procurarem fora, ela está dentro
de nós. Nunca a encontraremos fora se não a acharmos primeiro dentro.
Os Grandes Mestres da humanidade, em todos os tempos,
trouxeram esse Conhecimentos e os deram aos homens nas dosagens adequadas a cada
povo e época para que iniciassem o caminhar da libertação das correntes, que
tal como a Prometeu, nos aprisionam no Cáucaso carnal.
O Hércules libertador não vem de fora, nós temos que nos
tornar ele, para assim quebrar as amarras que nos prendem a um ciclo
compulsório de renascimento e morte. Não somente isso, mas uma infinidade de
sofrimentos que ocorrem entre eles, devido a nossa inconsciência ou ignorância
do sentido da vida, das razões que nos trazem aqui. Basta ver que como Hércules
que venceu os doze trabalhos, temos que nos redimir nos 12 Signos do Zodíaco.
As religiões acabaram por administrar esses conhecimentos
originais e criar dogmas, muitas vezes tão distantes das intenções desses
grandes Salvadores, como Krishna, Jesus o Cristo ou Gautama o Buda, por exemplo.
Para entender a Gupta-Vidya, o discípulo dessa senda,
precisa ter mente aberta e destituída de preconceitos. Ser um livre-pensador
tanto quanto possível e a cada vez mais. E claro, principalmente, ter uma
conduta ética e moral condigna ao que se propõe. Claro está, que a sociedade
atual não pode ser paradigma. Quem busca isso, se for realmente honesto,
encontrará um bom professor, que no início vai sussurrar em sua alma, para
depois se tornar Um consigo.
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