quarta-feira, 2 de fevereiro de 2022

AS RAZÕES DAS COINCIDÊNCIAS


Via de regra a ciência taxa de coincidência fatos ou coisas semelhantes, que não consiga explicar, quando aparecem em lugares, povos ou épocas improváveis.

Por que as Grandes Pirâmides do Egito coincidem com o posicionamento das 3 estrelas do Cinturão de Orion (aqui chamadas de as Três Marias) ou Alnitak, Alnilam e Mintaka. Por que o mesmo acontece em Teotihuacan no México?

As do Egito muito mais antigas do que supõe a arqueologia, como a própria Esfinge, que até mostra marcas de erosão por chuva.

Por que as gravuras nas pedras de Chichén-Itzá mostram um povo muito alto de tipo caucasiano muito diferente do nativo mexicano? Por que?

Na mesma linha, nas ruinas do povo Chachapoya (povo das nuvens), que habitava o alto dos Andes, perto dos 3.000m de altitude, em locais de difícil acesso, vivia um povo de tez clara e muito diferente dos nativos Incas.

Pedro Cienza de Leon (conquistador espanhol) escreveu  o livro “Os Incas”, onde se refere a esse povo Chachapoya: “Eles são os mais brancos e bonitos de todas as pessoas que eu vi nas Índias, e suas esposas eram tão bonitas que por causa de sua gentileza, muitas delas mereciam ser esposas dos incas e  também serem levadas ao Templo do Sol (...) As mulheres e seus maridos sempre vestidos com roupas de lã e em suas cabeças usam seus llawthu , que são um sinal que usam para serem conhecidos em todos os lugares”.

Alguns dizem que são provenientes dos Celtas, que navegaram o Amazonas e foram se estabelecer nas grandes altitudes dos Andes tendo o Brasil todo disponível. Suposições a tentar explicar coincidências (como as edificações semelhantes e circulares dos Chachapoyas e dos Celtas).

Nossas explicações são sempre limitadas ao nosso conhecimento e nossas percepções comuns. Afinal como disse Protágoras: “O homem é a medida de todas as coisas”. Para medir unicamente nossa experiência pode ser verdade, mas quando desejamos entender as coisas, que vão além do homem, isso claramente não serve. A criatura nunca entenderá completamente o criador.

Como disse Helena Blavatsky: “O pássaro conhece o ovo e suas histórias, mas o ovo nada sabe a respeito dos pássaros”.

Por isso esse conhecimento sem pátria, chamado Gupta-Vidya, não tem dono, não é desse ou daquele povo. É uma coletânea de conhecimentos transmitidos de boca a ouvido (Mestre-discípulo) ou escrito, por uma inumerável sucessão de seres, digamos, super-humanos (se é que assim podemos dizer), para evitar que se fale em extraterrestres. Estes sempre seres horríveis, terríveis, predadores, com cabeças enormes etc. Não como o belo homem, nem mais bonito, afinal, como disse Protágoras...

A Ciência assim se chama, pois, segue o método científico de Descartes e por isso só aceita aquilo que pode provar ou comprovar. Em tratando-se das questões esotéricas, ocultas ou mesmo desse imenso desconhecido que nos cerca, sobram as suposições, hipóteses e muita imaginação.

Um dia, com o desenvolvimento de potencialidades dormentes no homem atual, a humanidade vislumbrará novas formas de conhecer as razões das coincidências. Para isso ela terá que vencer o mal no homem, até porque este não existe fora dele, por mais que as religiões tentem impor.

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