sábado, 28 de maio de 2022

Considerações ao leitor de Gupta-Vidya

 A quem nos lê:



Muito do que está escrito aqui não tem comprovação científica, porque a ciência tem limites devido ao nível do conhecimento humano, que apesar de vasto, é limitado e em contínuo aprendizado, como sabemos. Em especial, devido aos nossos sentidos de percepção das coisas, nossos 5 sentidos com que nascemos (a imensa maioria): audição, visão, olfato, tato e gustação. Alguns chamam a Mente de um sexto sentido.

Acontece, porém, que o aparecimento do homem não é um acaso da natureza como pressupõe a ciência, até porque, o acaso não existe! Acaso é o nome dado a um fenômeno cujas causas e leis que o regem nós desconhecemos.

O homem foi gerado por categorias de Seres Superiores, que habitam em nosso planeta e cuja existência é revelada minimamente em mitologias e religiões, mas sempre com um véu que as recobre, propositalmente colocado por esses mesmos seres, para que o indivíduo ou pessoa e somente ele, consiga por seus próprios esforços retirá-los um a um (porque são vários). A isso chamamos de Evolução. Conceito universal que rege tudo o que é manifestado, ou que vindo do UNO criador inverte-se e projeta-se, a partir Dele mesmo, no infinito que o representa, por ser o verso da unidade ou Universo.

As mitologias, histórias, lendas e livros de Revelação desse conhecimento antigo chamado de Gupta-Vidya ou ciência iniciática das idades (sem conta), vem de épocas remotíssimas como o mesmo nome o diz.

A Índia como o reduto mais antigo dessa fase mais atual da humanidade, guarda conhecimentos gigantescos e velados em histórias fantásticas de seres estranhos para nós, com uma simbologia de dificílima interpretação se olharmos somente com a razão científica ou mente racional (sim existe uma capacidade mental superior). Seguindo a ela vem a civilização egípcia com suas técnicas fantásticas, que geram admiração aos melhores engenheiros e que parecem não corresponder à época em que foram feitas, assim como mais tarde, muitos dos feitos romanos.

Ocorre que durante todas essas épocas e até em nosso tempo atual, misturam-se na humanidade de forma mais sutil e desapercebida possível, seres de altíssima Consciência Espiritual, que com suas ações, em certos casos trazem ensinamentos, em outros conselhos e em outros vivem num mistério de suas próprias missões. Não são OVNIS interplanetários como muitos querem acreditar, muitos menos que queiram o mal do homem, já que o criaram e agora os educam e auxiliam para que se conduzam da senda da evolução.

Por Eles e através Deles esses conhecimentos são passados e atualizados de geração em geração. Não de forma explícita como gostaríamos, mas de forma revelada, obrigando a humanidade a buscar dentro de si o seu melhor, elevada moral e ética, para que assim possam entender toda essa linguagem cifrada em mitologias e símbolos. Não se desvenda isso somente com a inteligência ou QI. Precisa do Coração junto.

Dos hierofantes egípcios que escreviam seus conhecimentos e os ensinavam a certa gama de seres ou do enigmático Vyasa que teria escrito muitos dos Puranas (livros sagrados da Índia), que aliás, não foi o nome de um homem, mas de uma categoria de Seres Iluminados. Esses conhecimentos ou são escritos ou transmitidos de boca a ouvido, como disse Helena Blavatsky: “quando o discípulo estiver preparado, o Mestre aparece”, na mesma medida do que disse Jesus, o Cristo: “faça por ti que Eu te ajudarei”, e não ao contrário como muitos o querem.

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