E o Mundo não acabou. Pretensão humana em predizer o fim do mundo , quando muito
mais razoável seria dizer-se sobre o final da humanidade, porque esta sim, está
cada vez mais vivendo pelo seu extermínio.
Pessoas deram seus depoimentos sobre o que fariam se soubessem que o mundo iria acabar. Entre as várias alternativas, uma muito comum, que foi: “faria tudo que eu tivesse vontade de fazer”. Essa frase mostra duas coisas. A primeira é que não se distingue a diferença entre a vontade e o desejo. A primeira é fruto do querer racional enquanto que o segundo nasce no veículo emocional do homem, portanto, desejo e não vontade. Para deixar mais claro é como querer ir à escola assistir aula, enquanto que o desejo nos inclina a ir à praia. Portanto, a frase deveria ser: “faria tudo o que eu desejasse”.
A segunda observação é interessante porque hoje a humanidade corre risco da própria extinção, por deixar que seus desejos dominem sua vontade. E é justamente isso que alguns queriam fazer nos seus últimos pretensos momentos de vida!
Se isso fosse ocorrer verdadeiramente eu preferiria estar com meus familiares e amigos assistindo ao nascer e ao por do sol desse último dia e agradecendo a Deus por nos ter dado a oportunidade de evoluir em Consciência até aquele momento. Pois é aqui na materialidade, que se constrói a espiritualidade.
Falando nos Maias tão em voga atualmente, gostaria de reproduzir um trecho de uma descrição Maia que esta relatada num dos manuscritos salvos da destruição, quando suas cidades foram invadidas pelos conquistadores, que tomaram suas cidades, mas nunca seus habitantes (falando especificamente dos Maias), que desapareceram sem deixar rastros.
Esse Manuscrito chama-se Códex ou Códice Troanus (ou Troianus) e esta no Museu Nacional Arqueológico de Madrid. Nesse manuscrito estão descritos os últimos momentos de uma antiga civilização, descrita como Terra de Mú, destruída pelos seus próprios erros. Segue trecho traduzido por Augustus Le Plongeon:
“O ano é 6 de Kan, no 11 de Muluk, mês de Zak, onde ocorreram terríveis terremotos, que continuaram sem cessar até o 13 de Chuen. O país das colinas de barro, a “Terra de Mú” foi sacrificado. Por duas vezes emergiu e de repente desapareceu durante a noite, o vale sendo continuamente chacoalhado por forças vulcânicas. Tornou-se comum a diferentes locais onde a terra afundava e subia várias vezes, em diferentes lugares. Finalmente a superfície cedeu e os seus 10 países foram despedaçados, separados e dispersos em fragmentos; incapazes de resistir à força das convulsões sísmicas, eles afundaram com seus 64 milhões de habitantes, 8.064 anos antes de escrever esse documento".
Para terminar, aproxima-se o final do ano e lá veem profecias, apocalipse, adivinhações, etc. No entanto, se nós abrirmos o endereço eletrônico de qualquer site de notícias na Internet e fizermos a leitura das manchetes, não dá a impressão que o apocalipse já começou? Tal o nível crescente de degradação e imoralidade? Nem vou usar o termo ética, porque esse também parece não mais se aplicar efetivamente hoje em dia, ou então, monta-se uma comissão de "notáveis" para decretar, que é ético algo que envergonharia o próprio Aristóteles.
Por outro lado, talvez eu e aqueles que já colecionam fios brancos na cabeça pensemos assim, mas, e para aqueles jovens que já nasceram nesse sistema? Para eles está tudo normal.
Normal...?!!!
Pessoas deram seus depoimentos sobre o que fariam se soubessem que o mundo iria acabar. Entre as várias alternativas, uma muito comum, que foi: “faria tudo que eu tivesse vontade de fazer”. Essa frase mostra duas coisas. A primeira é que não se distingue a diferença entre a vontade e o desejo. A primeira é fruto do querer racional enquanto que o segundo nasce no veículo emocional do homem, portanto, desejo e não vontade. Para deixar mais claro é como querer ir à escola assistir aula, enquanto que o desejo nos inclina a ir à praia. Portanto, a frase deveria ser: “faria tudo o que eu desejasse”.
A segunda observação é interessante porque hoje a humanidade corre risco da própria extinção, por deixar que seus desejos dominem sua vontade. E é justamente isso que alguns queriam fazer nos seus últimos pretensos momentos de vida!
Se isso fosse ocorrer verdadeiramente eu preferiria estar com meus familiares e amigos assistindo ao nascer e ao por do sol desse último dia e agradecendo a Deus por nos ter dado a oportunidade de evoluir em Consciência até aquele momento. Pois é aqui na materialidade, que se constrói a espiritualidade.
Falando nos Maias tão em voga atualmente, gostaria de reproduzir um trecho de uma descrição Maia que esta relatada num dos manuscritos salvos da destruição, quando suas cidades foram invadidas pelos conquistadores, que tomaram suas cidades, mas nunca seus habitantes (falando especificamente dos Maias), que desapareceram sem deixar rastros.
Esse Manuscrito chama-se Códex ou Códice Troanus (ou Troianus) e esta no Museu Nacional Arqueológico de Madrid. Nesse manuscrito estão descritos os últimos momentos de uma antiga civilização, descrita como Terra de Mú, destruída pelos seus próprios erros. Segue trecho traduzido por Augustus Le Plongeon:
“O ano é 6 de Kan, no 11 de Muluk, mês de Zak, onde ocorreram terríveis terremotos, que continuaram sem cessar até o 13 de Chuen. O país das colinas de barro, a “Terra de Mú” foi sacrificado. Por duas vezes emergiu e de repente desapareceu durante a noite, o vale sendo continuamente chacoalhado por forças vulcânicas. Tornou-se comum a diferentes locais onde a terra afundava e subia várias vezes, em diferentes lugares. Finalmente a superfície cedeu e os seus 10 países foram despedaçados, separados e dispersos em fragmentos; incapazes de resistir à força das convulsões sísmicas, eles afundaram com seus 64 milhões de habitantes, 8.064 anos antes de escrever esse documento".
Para terminar, aproxima-se o final do ano e lá veem profecias, apocalipse, adivinhações, etc. No entanto, se nós abrirmos o endereço eletrônico de qualquer site de notícias na Internet e fizermos a leitura das manchetes, não dá a impressão que o apocalipse já começou? Tal o nível crescente de degradação e imoralidade? Nem vou usar o termo ética, porque esse também parece não mais se aplicar efetivamente hoje em dia, ou então, monta-se uma comissão de "notáveis" para decretar, que é ético algo que envergonharia o próprio Aristóteles.
Por outro lado, talvez eu e aqueles que já colecionam fios brancos na cabeça pensemos assim, mas, e para aqueles jovens que já nasceram nesse sistema? Para eles está tudo normal.
Normal...?!!!
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